O tomate é um fruto pertencente a família das Solanáceas, também fazem parte desta família as beringelas, as pimentas e os pimentões, além de algumas espécies não comestíveis. A palavra portuguesa tomate vem do castelhano e é derivada de náuatle (língua asteca). Esta apareceu pela primeira vez na imprensa em 1595. Apesar de ser uma fruta é considerado um legume, pois seu teor de açuçar é bem menor em relação as frutas mais populares. As espécies são originárias das Américas central e do sul; sua utilização como alimento teve origem no México, espalhando-se por todo o mundo depois da colonização das Américas pelos europeus.
Apesar de constantemente associado à culinária italiana, o tomate já era primordialmente consumido nas civilizações Inca, Maia e Asteca antes de ser levado para a Europa. Pertence a um extenso rol de alimentos da América pré-colombiana desconhecidos do velho mundo antes das grandes navegações. Por muito tempo não foi consumido na Europa e EUA pois era considerado venenoso, devido sua semelhança com a beladona. É provável que o tomate introduzido na Europa fosse amarelo, visto que os italianos o chamavam de pomodoro (maçã de ouro). Os ingleses o chamavam de tomate e mais tarde de tomato, mas o termo love apple (maçã do amor) também pegou.
Os tomates podem ser divididos em diversos grupos, de acordo com seu formato e sua finalidade de uso. Sua cor pode variar do amarelo ao vermelho, devido ao teor de caroteno e licopeno que são pigmentos. O licopeno é o pigmento que dar a cor vermelha ao tomate. Alguns tipos de tomate mais encontrados por aqui:
Cereja - pequeno e saboroso.
Italiano -perfeito para molhos.
Salada - longa vida.
Caqui - a doçura do outono.
O tomate é composto principalmente de água, possuindo somente catorze calorias em cem gramas. Alguns estudos comprovam sua influência positiva no tratamento de câncer, pois o licopeno é considerado eficiente na prevenção do câncer de próstata e no fortalecimento do sistema imunológico.
De 1986 a 1998, a Universidade de Harvard, analisou os hábitos de 50 000 homens. Segundo os resultados da pesquisa, os homens que consumiam molho de tomate duas vezes por semana tiveram 23 por cento menos incidência de câncer do que outros. A pesquisa concluiu, ainda, que os benefícios podem ser maiores caso o tomate seja cozido, acompanhando um pouco de azeite.
Alguns dos principais benefícios do tomate incluem:
1. Prevenir o câncer de próstata
O tomate é rico em licopeno, um pigmento carotenoide que exerce uma potente ação antioxidante no organismo, protegendo as células do efeito dos radicais livres, e inibindo a proliferação das células tumorais, prevenindo e atrasando o desenvolvimento de diferentes tipos de câncer, principalmente de próstata, mama e de ovário em mulheres na menopausa.
2. Prevenir doenças cardiovasculares
O tomate, por ter elevada composição em antioxidantes, ajuda a manter os vasos sanguíneos saudáveis, além de possuir fibras que ajudam a diminuir os níveis de colesterol ruim, também conhecido por LDL.
Além disso, alguns estudos mostram que o consumo de licopeno, que pode ser concentrado no tomate, ajuda a diminuir o risco de diferentes doenças cardiovasculares, como infarto do miocárdio, aterosclerose e derrame cerebral.
3. Cuidar da visão, da pele e do cabelo
Por ser rico em carotenoides, os quais se transformam em vitamina A no organismo, o consumo de tomate ajuda a manter a saúde visual e da pele, além de fortalecer e dar brilho ao cabelo.
O tomate pode ser consumido cru, cozido, desidratado como tomate seco, em sucos, molhos, sopas ou geleias, saladas... Para aproveitar os benefícios do tomate, é recomendado consumir cerca de 3 a 4 tomates por dia, que podem fornecer 8 a 21 mg de licopeno. O tomate deve ser consumido com sementes e com casca para que sejam aproveitadas todas as suas propriedades. Retirar a casca depende de cada um, pois esta não desmancha facilmente com o cozimento e também há o problema dos agrotóxicos. Já as sementes são muito ricas em oxalato, uma substância que quando ingerida em excesso, aumenta o risco da formação de pedras de oxalato de cálcio nos rins.
A quantidade de licopeno varia conforme o grau de maturação do tomate e da forma como se consome, de forma que o tomate cru pode ter cerca de 30 mg/ kg de licopeno, enquanto que o suco de tomate aquecido pode ter cerca de 150 mg de licopeno por litro. Então, o tomate cozido é bem mais rico em licopeno que o cru, em contrapartida o cozido perde uma boa quantidade de vitamina C. (Fonte:Wikipédia e outros sites)
Gente, o post ficou grande pois há muita informação sobre os tomates. Eu gosto demais deste alimento. Sempre que vou ao mercado tenho que comprar. Uso de diferentes maneiras e em várias receitas. E vocês, gostam do tomate?
Beijos nas bochechas! Até o próximo post!



