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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

O grande hotel da segunda guerra em Natal.

Foto – Rostand Medeiros.
Este hotel é uma lembrança de uma época em que o valor da cidade de Natal era visto não apenas nas praias e nas dunas, mas sobretudo nos céus, cruzados pelos pioneiros aviadores, e nas águas do rio Potengi, sobre as quais trafegavam mercadorias e gente de todos os cantos do mundo. É testemunha dos anos em que Natal esteve na mira das grandes potências bélicas. É a antiga casa onde se decidia o futuro político do estado, talvez tão importante em sua época quanto as câmaras e assembléias e palácios do governo.

Antes da eclosão da Segunda Guerra Mundial, o bairro comercial mais importante de Natal era a Ribeira. Era nessa região que se concentravam os principais órgãos de governo, onde estavam as estações ferroviárias e o porto. As avenidas Duque de Caxias, Tavares de Lyra, largas e arborizadas, e as praças José da Penha e Augusto Severo compunham o quadro. Os primeiros norte-americanos que chegaram a cidade foram os técnicos da ADP, com a função especifica de trabalhar no desenvolvimento do aeródromo de Parnamirim Field e foi para o Grande Hotel que eles se dirigiram em busca de algum conforto. Logo o inglês, depois do português, passou a ser o idioma mais falado nos bares, restaurantes, boates e no comércio local.

Engenheiros e militares americanos no hotel.
Seguramente este hotel é, juntamente com a Base Aérea de Natal, a Rampa e a Base Naval de Natal, uma das maiores referências relativas a história da Segunda Guerra Mundial em terras potiguares.Se a vinda dos militares norte-americanos trouxe benefícios a membros da elite social natalenses, seguramente um destes foi Theodorico Bezerra, arrendatário do Grande Hotel, o principal da cidade naquela época, pois este hospedava os oficiais americanos, recebendo o pagamento em dólares.

No final da década de 1930 a capital potiguar contava com cinco hotéis de pequeno porte, que naquela época eram de propriedade de Theodorico Bezerra. Todos ficavam na Ribeira e entre estes podemos listar os Hotéis Internacional, Avenida, Palace e o Hotel dos Leões.

Quando a aviação começou a destacar a cidade em todo mundo, algumas empresas aéreas começaram a utilizar Natal como escala em viagens entre a Europa e a América do Sul, sendo constantes os pousos de hidroaviões vindos de diversos pontos do mundo junto ao estuário do Rio Potengi. Natal precisava de um hotel moderno, amplo, para um momento de intensas transformações sociais, econômicas e políticas no Rio Grande do Norte. A partir de 1935 o arquiteto francês Georges Henry Mournier realizou os estudos e o projeto do Grande Hotel de Natal. Mournier chegou ao Brasil no dia 26 de outubro de 1927 e marcou sua carreira com inúmeras obras pelo Nordeste.

Na Rampa: os passageiros do hidroavião Boeing 314 Clipper,
da Pan American Airways que pernoitavam em Natal se hospedavam
 no Grande Hotel, ou em seus anexos.
O empreendimento foi arrendado a Theodorico Bezerra em maio de 1939, pois, enfim, era o único em Natal que entendia de hotelaria. Mas o empreendimento só começou efetivamente a funcionar em setembro daquele ano. Theodorico continuou como arrendatário por 48 anos, até 1987. Ele ganhou muito dinheiro com o hotel, comprando muitas terras, e quando finalmente devolveu o hotel ao estado foi cuidar de suas fazendas. Chegou a ser deputado estadual, demonstrando considerável perspicácia política para obter uma licença que permitisse o funcionamento de um cassino no hotel.

Hóspedes do hotel na época.
Além dos estrangeiros, grandes figuras de projeção nacional e da máquina governamental do presidente Getúlio Vargas se hospedavam no Grande Hotel, inclusive altas autoridades militares como Gaspar Dutra, Cordeiro de Farias e Mascarenhas de Morais. Havia muito movimento no hotel na época. Do seu mezanino, que se abria sobre o restaurante, uma pequena orquestra tocava valsinhas na hora das refeições. O Almirante Ary Parreiras, construtor da Base Naval de Natal, só se hospedava com a família e o General Gustavo Cordeiro de Farias ficava sempre no quarto 216. Artistas americanos também se hospedavam no hotel, principalmente atores de cinema da época, que vinham animar os militares com suas apresentações.

O Grande Hotel, que, vítima dos movimentos políticos e econômicos, e sem dúvida da decadência do bairro da Ribeira, passou de cartão postal da cidade a nota de rodapé da história. Um patrimônio histórico estadual – ao menos no papel – que no entanto vem sofrendo sucessivas reformas ao longo dos anos. Até recentemente o prédio do Grande Hotel foi utilizado pelo Juizado Especial Central da Comarca de Natal, antes conhecido como Juizado de Pequenas Causas. Atualmente está sem utilização aparente. Pesquisa: Fonte 1/ Fonte 2. Fotos dos sites pesquisados.


Este é mais um post histórico sobre minha cidade e estado. Faz parte de uma iniciativa própria para conhecer a história de onde nasci e moro. Até o próximo post!

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sábado, 29 de novembro de 2025

Meu último passeio histórico!

Lateral do solar onde dá para ver um canhão antigo. O rio passa à direita da casa,
bem pertinho mesmo, mas fica escondido pela vegetação do mangue.
Oi, gente! No último feriadão aproveitei para conhecer um lugar histórico aqui do estado: trata-se do antigo solar Ferreiro Torto situado numa cidade vizinha a Natal-RN. Amo histórias antigas! A primeira edificação no local foi construída no século XVII e tinha o nome de engenho do Potengi, pois o rio homônimo passa bem ao lado. Segundo os relatos históricos, foi o 2º engenho de cana-de-açúcar a ser erguido no Rio Grande do Norte. Em 1845, o Cel. Estêvão José Barbosa de Moura herdou o engenho do sogro Joaquim José do Rego Barros, coronel de milícias. 

Solar visto quase de frente, as flores no chão são de um ipê amarelo.

Dois anos depois, ele demoliu a antiga construção de taipa existente do sogro e fez erguer o atual casarão, com base em planta quadrangular de sua autoria, confortável e elegante palacete, moldado em estilo colonial português desenvolvido em dois pavimentos. Em sua composição todo o material e ferragens vieram da Europa, com mobiliário português no estilo manuelino. Em cada quina da casa foi inserida uma pinha decorativa de cerâmica portuguesa, com faixas horizontais que se destacam na superfície. A edificação possui varandas, vidraças e até um santuário. Seu telhado seguia o modelo de várias águas com beirais arrematados por frisos. Possuía água encanada e esgoto. Segundo o bisneto do coronel Estevão, o Solar Ferreiro Torto também possuía esconderijos além de um túnel que ligava o solar ao porto do engenho. Em frente à casa existiam um jardim em estilo francês e o pelourinho, que mais tarde foi retirado, após a morte de D. Maria Rosa do Rego Barros de Moura, a senhora do engenho.

Solar visto de frente com esta palmeira-imperial maravilhosa e uma estátua em homenagem aos escravos.

D. Isabel Cândida de Moura Chaves, filha de Estevão e Maria Rosa, casada com o Dr. Francisco Clementino de Vasconcelos Chaves, herdou o solar após o inventário do pai. Foi no Ferreiro Torto que D. Isabel Cândida deu à luz ao Dr. João Chaves, figura pública muito conhecida no RN. Em 1910, D. Suzana Teixeira de Moura comprou dos tios a propriedade, vendendo-a ao comerciante Manuel Machado em 1914. Daí em diante o solar ficaria também conhecido por pertencer à famosa Viúva Machado - D. Amélia Duarte Machado, viúva de Manuel Machado, dona de muitos imóveis em Natal, inclusive já fiz um post falando sobre ela. Em 1978, as terras foram desapropriadas pela prefeitura de Macaíba.

Solar visto por trás.

Houve alguns períodos de abandono, mas na década de 1980 o solar foi restaurado para se tornar a sede do Poder Executivo do município, no período de 1983 a 1989, o que, infelizmente, modificou a estrutura original do prédio. Em 1994, o Ferreiro Torto foi tombado pela Fundação José Augusto, pois guarda em seus aposentos fragmentos da história do Município de Macaíba. Há relatos de lendas e até de assombrações associadas aos antigos moradores do local e escravos, como também de um terrível massacre de colonos após a invasão dos holandeses em 1630.

A origem do nome Ferreiro Torto veio através de um coqueiro muito alto e torto que tinha na porteira da fazenda e, quase embaixo dessa árvore, um ferreiro havia montado a sua tenda e oferecia os seus serviços aos tropeiros que por ali passavam e tinham necessidade de corrigir as ferraduras dos seus animais. Hoje o solar abriga um museu com foco em figuras ilustres da cidade.(Fonte:Net)

E o ipê amarelo em pleno sol quente!

O que acharam? 
Beijos nas bochechas!

PS: Clique nas imagens para ver em tamanho maior! 
Dois links para outros posts de história:

quarta-feira, 15 de janeiro de 2025

Lá vem história


Esta é a casa da viúva Machado que hoje pertence aos seus herdeiros. A foto é minha, achei a casa linda demais e muito bem preservada. Fica no bairro da Cidade Alta numa rua paralela ao rio Potengí. Eu não sabia desta história, mas achei muito interessante quando soube, me impressionou muito a história desta viúva. Tomei conhecimento pela InterTV cabugí, uma rede de televisão aqui do estado, que relembrou vários personagens que marcaram época aqui em Natal-RN.

"Esta casa foi construída em 1910 por Jorge Maranhão, irmão de Alberto Maranhão, que foi duas vezes governador do RN, usando os melhores materiais de construção, até mesmo obras de arte europeias. Em estilo Art Decó, tem como suas principais características as falsas colunas e a falsa varanda. Este prédio, especificamente, utiliza bandeiras tanto em forma de arcos quanto quadradas. Era a única casa em Natal que possuía abrigo antiaéreo. Em 1920 foi vendida a Manuel Machado, comerciante português que veio a falecer em 1934. A Casa Machado era uma das principais lojas da cidade, tornando seu dono o homem mais rico de Natal nos princípios do século XX. Lá vendia-se gêneros alimentícios como farinha de trigo e de mandioca, açúcar e sal, além de verduras, frutas e conservas. Na loja também era possível encontrar bebidas nacionais, como a cachaça, mas também importadas como o vinho português. Ele também importava material de construção como madeira, inclusive cedro (trazido da Ásia)."


" Manoel era dono de muitas terras. Incentivador da aviação, doou terras para a construção do primeiro campo de pouso de aviões da cidade, em Parnamirim, importante durante a participação de Natal na Segunda Guerra Mundial. Sua esposa, Amélia Duarte Machado, conhecida como Viúva Machado (1881-1981), herdou tudo. Amélia era uma mulher extraordinária, além do seu tempo, que comandou muito bem os negócios do marido. Mas, em razão disso, e por ser mulher, não foi bem compreendida. Mulher, viúva e empreendedora, era uma ameaça à sociedade machista da época. Não demorou muito e surgiram lendas maldosas e inverídicas."

"Acusaram-na de ter feito um “pacto com o cão” para ficar rica e agora não podia sair de casa porque o tinhoso viera cobrar, roubando-lhe a beleza e deixando-lhe deformada. Diziam que ela possuía uma doença que fazia com que suas orelhas continuassem crescendo. Outra maldade: seu casamento não gerara filhos. A senhora Machado, no entanto, adorava crianças e se cercava com os filhos dos poucos amigos e dos parentes, convidando-os para a sua casa e servindo-lhes bolos e doces. Não demorou muito para que se espalhasse um novo boato: a viúva comia o fígado das crianças para permanecer viva. Ela chegou a ser agredida verbalmente numa das poucas vezes que saiu de casa. Gritaram-lhe: “Lá vem a papa-figo!”. Ela ficou profundamente magoada, o que não impediu que sua imagem passasse a fazer parte do folclore da cidade, fazendo parte das ameaças das mães as crianças desobedientes (se você não comer tudo, vou te dar pra Viúva Machado pr’ela comer seu figo!). Amélia se isolou ainda mais, tornando-se ainda mais reclusa, até sua morte em 1981." (Fonte Net)

Eu soube que o medo era tão grande que as pessoas evitavam passar perto da casa. Imagino muito bem o que ela sentia. Até onde vai a maldade humana? Mas ela não desistiu, os parentes que ela confiava passaram a gerir os negócios sob seu comando. Senti uma profunda consternação com a história dela. Atualmente fizeram uma retratação pública da verdadeira Senhora Amélia Machado. Pelo menos isso. Que história!

Um abraço! Beijos nas bochechas!

terça-feira, 9 de abril de 2024

Passeio de férias


Depois de muito tempo, eu retornei ao Município de Arez/RN, terra da família de minha mãe. Lá vem história! A Igreja Matriz de São João Batista e o antigo Convento foram construídos pelos Padres Jesuítas. Considerada uma das igrejas mais antigas do Brasil, foi fundada em 1659. Esses dois prédios foram usados como sede da missão de São João Batista dos Guaraíras, lugar de catequização dos indígenas da região. A partir da expulsão da Companhia de Jesus dos territórios coloniais portugueses, em meados do século XVIII, o templo católico passou a ser a Igreja principal da paróquia, que compreende atualmente os territórios do município de Arez e Senador Georgino Avelino. O Barroco é o estilo que predomina nas duas construções. Dentro dos conjuntos arquitetônicos, o visitante encontra altares de madeira, lavabos e pia batismal de pedra sabão e imagens originais, esculpidas nas antigas oficinas jesuítas. A Santa Coluna, antigo Pelourinho, situada bem em frente da igreja, foi instalada em 1760. Sua construção ocorreu para marcar a fundação da Vila de Arez. Com a inauguração desse monumento o território deixou de ser um aldeamento e passou a possuir autonomia administrativa a nível local. O canhão da praça cívica, que não aparece na foto, como costumeiramente é chamado, é uma das peças mais antigas conservadas e que representa um pouco do passado colonial de Arez. Ele foi uma das armas usadas pelos holandeses para compor o forte da Ilha do Flamengo, entre 1634 e 1652.     


No mapa, a lagoa e a ilha, perto da estrada entre Arez e Sen.Georgino Avelino.

       Há uma lenda na cidade que, na década de 1950, depois de umas escavações na Ilha em busca do ouro deixado pelos holandeses, dois canhões foram encontrados, sendo um deles o que permanece na praça até hoje, o outro desapareceu. Outra lenda contada pelos seus moradores mais antigos, fala da existência de um túnel subterrâneo de cinco quilômetros, construído pelos holandeses. O mesmo começa da Igreja e vai até a Ilha do flamengo, localizada na lagoa de Guaraíras. O tal túnel foi construído para facilitar a fuga dos holandeses dos frequentes ataques dos Portugueses.


A Lagoa de Guaraíras é um braço de água que tem 12 quilômetros de extensão. Sua biodiversidade é de uma riqueza extraordinária. A vegetação é predominantemente de manguezais. Diversos tipos de peixes, crustáceos e moluscos são encontrados em seu território, fazendo com que a atividade pesqueira seja intensa entre a população local. Desde o início do século XVII, os portugueses e holandeses já relatavam e desenhavam em seus mapas a lagoa de Guaraíras e sua importância para os povos indígenas da localidade.


A Ilha do Flamengo é um belo atrativo turístico natural de Arez, localizada na Lagoa de Guaraíras, no distrito de Cercado Grande, cerca de 4 km do centro da cidade. Ela mede 25.000 metros quadrados de terra. Além da enorme beleza natural, a ilha é um lugar de interesse histórico, tanto para Arez, quanto para o Brasil e para a Holanda. Possui este nome devido ao fato dos holandeses terem morado, onde hoje é o Município de Arez, entre 1634 e 1652, e terem construído nessa ilha um Fortim. Nela houve, pelo menos, na luta por domínio do local, quatro batalhas importantes entre Portugueses e Holandeses.

Na ilha ainda é possível ver os fragmentos do forte deixado pelos holandeses, no século XVII; e também um monumento em memória da batalha entre Portugueses, Indígenas e Holandeses, construído, em meados do século XX, a pedido do maior Historiador norte-riograndense, Câmara Cascudo. (Fonte: Site da Prefeitura de Arez)


Nesta foto é possível ver, depois da vegetação e da lagoa, as dunas e uma pontinha do mar, lá no outro lado, é a praia de Malembar. Foto tirada no Mirante Santo Antônio Achado (EcoParque Guaraíras).


Esta imagem de Santo Antônio fica ao lado da estrada, onde há uma ponte de madeira por sôbre a mesma, escadas e um mirante. E pra completar, abaixo, a foto da casa dos meus avós maternos que atualmente está fechada. 


Nossa...tenho muitas lembranças daí, quando a gente ia visitar nossos avós, tias e primos.

Este foi um dos passeios das férias, que ainda não terminou, graças a Deus!

Beijos nas bochechas! 

domingo, 17 de setembro de 2023

Um passeio das férias

As fotos são minhas clique pra ver em tamanho maior.
Local para deixar registrada a memória de um período importante para a história da capital e do estado do Rio Grande do Norte, o Museu da Rampa é um dos mais novos pontos turísticos de Natal. Inaugurado no dia 28 de janeiro de 2023, o lugar tem vista privilegiada para o pôr do sol mais bonito da cidade que cai sobre as águas do Rio Potengi, perto da Ponte Newton Navarro.

Localizado às margens do rio, onde pousavam os hidroaviões na época da guerra, o Complexo Cultural Rampa foi restaurado, equipado e, após ganhar novos espaços, foi aberto para contar, através de três exposições, a importância de Natal no início da aviação e da participação da cidade na Segunda Guerra Mundial, quando a capital potiguar sediou a maior base aérea americana fora dos Estados Unidos.

Uma figueira, acho linda esta árvore! Na placa está escrito: estude, pesquise e reflita. Conheça as nossas raízes históricas e culturais.
A Rampa para hidroaviões no rio Potengi foi ponto obrigatório de parada dos aviadores que atravessavam o Atlântico Sul entre as décadas de 1920 e 1940. Mais tarde, durante o conflito mundial, a posição estratégica de Natal, situada no “cotovelo” da América do Sul, abrigou a maior base militar dos EUA fora daquele país, se tornando a pista de pouso mais movimentada da época, localizada no atual município de Parnamirim, na região metropolitana, atualmente Base Aérea de Natal onde são treinados os pilotos da FAB.

A foto histórica com os presidentes do Brasil e EUA na época. Pesquei na net e estava também no museu.
A data de 29 de janeiro de 1943 é marcada na história de Natal pelo encontro entre o presidente americano durante a Segunda Guerra, Franklin Delano Roosevelt, e o presidente brasileiro Getúlio Vargas. Na ocasião, eles celebraram, na Rampa, a Conferência do Potengi, transformando o local em base militar americana e selando a participação do Brasil no conflito, que resultaria na vitória dos aliados contra as tropas dos Países do Eixo. Natal ficou conhecida como o Trampolim da Vitória, em razão dessa participação na Segunda Guerra pela sua posição estratégica.(Fonte:AgoraRN )

Foto das margens do Rio Potengí.Em frente ao museu.

Outra foto mostrando o lado esquerdo com o porto da cidade e abaixo no lado direito a ponte Newton Navarro.


Gostaram? Eu adorei este lugar!
 E amanhã volto ao trabalho porque o que é bom dura pouco.
 Boa semana e beijos nas bochechas! 😘

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