sexta-feira, 20 de março de 2026

Ilustrações que adoro - Os quadrinhos "Amar é..."

Amar é… ter uma preguiçosa manhã de sono.
Quem não se lembra dos quadrinhos intitulados "Amar é..."? Muitos já usaram as frases românticas para conquistar alguém ou simplesmente sonhar com um amor. Os cartuns, hits dos anos 70 e 80, rodaram o mundo todo e estão presentes na memória dos apaixonados até hoje. Como afirmou a neozelandesa Kim Casali, autora das célebres tirinhas, enquanto existir amor, seus desenhos serão um sucesso.

Amar é… viver um dia de cada vez.
Os primeiros cartoons começaram como ilustrações aos recados que Kim deixava para o seu namorado, Roberto Casali, futuro marido. Nos desenhos, a cartunista representava a si mesma com olhos e cabelos grandes e Roberto, com um "certo ar latino", como ela afirmou tempos depois. Na época, o casal vivia nos Estados Unidos e, para surpresa de Kim, o namorado guardou todos os bilhetes e mostrou a um jornal americano, que gostou das ilustrações e, em 1972, as publicou. O que antes funcionava como um diário para Kim, tornou-se uma febre entre jovens e adultos nos anos seguintes.

Amar é… dormir risonho porque vi você em meu sonho.
Seus desenhos já começavam a ficar famosos, quando, em 1977, a cartunista tomou as páginas dos jornais com a notícia do nascimento de seu filho Milo, fruto de uma inseminação artificial. Até aí, sem novidades. O diferente na história é que o menino é filho de Roberto, marido de Kim, que havia morrido 17 meses antes em decorrência de um câncer. Para ela, usar o sêmen conservado do marido foi uma opção para garantir uma família grande, como os dois sonhavam. Além de Milo, o casal tinha outros dois filhos, Stefano e Dario.

Amar é… quando você não pode suportar a distância.
No mesmo ano em que Kim começou a fazer sucesso nos Estados Unidos, os seus cartuns estrearam na imprensa brasileira. Em 2 de julho de 1972, O GLOBO começou a publicar as tirinhas da cartunista. Ao longo da semana, os leitores podiam enviar sugestões do que amar significava para eles e, a partir de uma curadoria, as frases saíam no jornal junto com os desenhos.

Amar é... regar com carinho para o amor crescer.
Nove anos depois, em 1981, a cartunista saía de Londres, onde vivia, e chegava ao Brasil para realizar seu sonho de conhecer o Rio e buscar inspiração para novas obras. Em entrevista ao jornal, no dia 4 de julho, ela falou sobre a polêmica envolvendo o nascimento do último filho e o processo de criação do seu trabalho. “Me surpreendi ao ver que meus sentimentos particulares, a respeito do amor, eram os mesmos de todo mundo". Kim revelou ainda seu quadrinho preferido: “amar é nunca exigir mais do que você está preparado para dar”. 

Amar é… o que não custa nada, mas vale tudo.
Com o sucesso, os cartuns de Kim Casali saíram do papel e chegaram a cerca de 15 indústrias no Brasil. Eles viraram temas de camisetas, adesivos, cadernos e até de relógios e louças, entre outros objetos. O casalzinho com frases românticas rodou mais de 50 países, encantando homens e mulheres apaixonados de várias partes do mundo. Os quadrinhos chegaram ao século XXI, inspirando álbuns de figurinhas que podem ser encontrados até hoje. Na internet, seus fãs costumam trocar e comprar figurinhas do célebre casal. Em 1997, a história de amor de Kim com os quadrinhos teve um fim com sua morte numa cidade do interior de Londres, Inglaterra. Até hoje, quem viveu aqueles anos traz uma lembrança afetiva dos cartoons. Já quem nasceu depois, ao bater o olho numa ilustração, logo se recorda do ar romântico e lúdico dos desenhos. (Fonte)

As figurinhas colecionáveis do álbum "Amar é..."
Quem aí lembra desta ilustração em forma de quadrinhos apaixonados? No começo, o desenho era mais simples; depois ganhou mais cores e ficou mais bonito. Esta ilustração faz parte da minha infância. Eu colava as figurinhas nos meus cadernos e agendas. Sempre me chamou a atenção o fato do casal estar sem roupa; raramente aparecem vestidos, mas isso é só um detalhe com que ninguém parece se importar. Outra coisa: os nomes de dois dos filhos de Kim são também os nomes de dois dos meus personagens em "De Outro Mundo." Mas para você, amar é…?

Beijos nas bochechas! 😘

quinta-feira, 12 de março de 2026

Fotos de prédios antigos.


Oi, gente! Como vão indo? Estas foram minhas ultimas fotos tiradas aqui na minha cidade. Há vários prédios antigos abandonados por aqui, mas ainda bem que há outros que estão sendo cuidados e preservados, como esta casa acima, amei a cor rosa da pintura! Pense num sol quente e céu azul quase sem nuvens, era assim que estava neste dia, domingo de carnaval.


Na mesma avenida da casa rosa, precisamente no Largo Junqueira Aires, do outro lado da rua, tirei foto desta igreja presbiteriana que vem a ser a igreja protestante mais antiga do Rio Grande do Norte. Em 1879, os missionários leigos Francisco Filadelfo de Sousa Pontes e João Mendes Pereira Guerra, enviados pelo reverendo John Rockwell Smith, visitaram Natal e divulgaram o Protestantismo pela primeira vez no município. Neste período, o Sr. Antônio Eustáquio, irmão de um dos padres da cidade, passou a se opor ao catolicismo romano na cidade. Com o crescimento do grupo, em 3 de fevereiro de 1896, foi oficialmente organizada a Igreja Presbiteriana de Natal e inaugurado o edifício da igreja, que na época contava com 153 membros.

Descendo a avenida ainda existe este relógio antigo preservado. Que lindo! Há também luminárias antigas visíveis na foto. O relógio é uma peça histórica de ferro fundido, inaugurado em 2 de outubro de 1911. Importado da França (fundição Val D'Osne), ele é decorado com motivos florais, integra a balaustrada da área e testemunhou o desenvolvimento urbano, incluindo o antigo bonde e a “Belle Époque Natalense”.


No post sobre o hotel da segunda guerra, eu falei do bairro da Ribeira que na época era o mais importante de Natal. Este bairro hoje não recebe atenção e zelo do governo municipal e vários prédios históricos estão abandonados, mas ainda há prédios preservados, como este acima, onde funciona a delegacia da Receita Federal. Este prédio foi inaugurado em 1928, possue dois pavimentos e era a antiga Alfândega de Natal, apresentando arquitetura clássica com destaque para as iniciais "AN" na fachada, as tais iniciais aparecem na porta principal e nas janelas.


O mesmo prédio visto mais de perto. Repare no porteiro. Não está vendo? 
É um cachorrinho deitado na porta de entrada.😍


No mesmo bairro, outro lindo prédio antigo preservado. O prédio da antiga Estação Central de Natal, situado na Praça Augusto Severo, na Ribeira, foi construído na década de 1880, possuindo estrutura em estilo chalé. Tombado pelo patrimônio histórico, o local foi crucial para o desenvolvimento urbano da região, passando por reformas em 1904 e 1909 antes de se tornar parte da rede ferroviária. Foi fundamental para a Estrada de Ferro Natal a Nova Cruz, posteriormente integrada à Rede Ferroviária do Nordeste e, mais tarde, à CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos).


Como está escrito na fachada, este é o Teatro Alberto Maranhão, que foi reformado recentemente e também se situa no bairro da Ribeira. Repare que alguém deixou um patinete bem na frente do prédio. Estes patinetes chegaram recentemente por aqui e fizeram sucesso. O teatro, é um monumento tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Rio Grande do Norte, foi projetado pelo engenheiro José de Berredo e teve suas obras iniciadas em 1898, sob a direção do major Teodósio Paiva. Foi inaugurado no ano de 1904, sendo que na época, o teatro era denominado Carlos Gomes.


Desde sua inauguração, já passou por algumas reformas, a ultima foi concluída em 2021. 
O prédio foi construído no estilo Art Nouveau.


E para terminar o post, mais uma foto de uma bela 
orquídea branca pintadinha de rosa.
Fonte:Wikipédia/Google.

O que acharam destes prédios?
Beijos nas bochechas! 😘

quarta-feira, 4 de março de 2026

Chuva, resumo e livros.


Oi, gente! Sim, está chovendo por aqui! 

Chuva No Telhado

Poucas coisas na vida têm a magia
Do barulhinho de chuva caindo no telhado
Na hora de dormir.

A alma se ajeita dentro do corpo
E o corpo se encolhe e se curva
Em noites chuvosas e de baixas temperaturas.

Vez ou outra bate uma vontade de fazer peraltice,
Sair correndo em meio à chuva intensa
E banhar-me em suas águas torrenciais...
Fazer barquinho de papel e...
Observá-lo desafiar as correntezas.

Hoje, eu morando só, na grande cidade
Ainda trago em mim os conselhos da minha vó:
Menino, não use aparelhos eletrônicos durante a chuva!
Sendo assim, quando a chuva cai,
Desligo tudo, como um menino obediente,
Silencio e adormeço .
(Edson Luiz Elo)


Amo chuva! Neste mês que passou não aconteceram muitas coisas dignas de nota.
 Fevereiro terminou tão rápido quanto chegou, e já estamos em março!

1) O carnaval foi bem aproveitado no descanso, mas com tempo livre extra deu pra fazer algumas coisas pendentes em casa.
2) Comecei, já atrasada, a criar minha meta de leitura de 2026. Demorei porque ainda estava terminando o último livro de 2025. Até agora há 3 livros para ler na minha estante:

* O Cavaleiro dos Sete Reinos/George R. R. Martin: décadas antes dos acontecimentos descritos em "As Crônicas de Gelo e Fogo", este livro narra as aventuras do cavaleiro Dunk e de seu jovem escudeiro Egg que se revelam importantes figuras de Westeros. Sim, eu vi a primeira temporada da série baseada neste livro na HBO e adorei!

* A última casa da rua Needless/Catriona Ward: comecei a ler esta semana. Este livro é bem diferente dos livros que costumo ler. Um thriller psicológico e um drama familiar. Suspense e terror juntos? Vamos ver!

* O Segredo final/Dan Brown:  amo este autor e este é o sexto livro dele. Já li os cinco anteriores. Pelo que eu vi na sinopse, é um livro eletrizante e cheio de mistérios. Quero muito ler!

Alguém já leu ou vai ler estes livros?


Feliz março para nós! 
Beijos nas bochechas!

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

O grande hotel da segunda guerra em Natal.

Foto – Rostand Medeiros.
Este hotel é uma lembrança de uma época em que o valor da cidade de Natal era visto não apenas nas praias e nas dunas, mas sobretudo nos céus, cruzados pelos pioneiros aviadores, e nas águas do rio Potengi, sobre as quais trafegavam mercadorias e gente de todos os cantos do mundo. É testemunha dos anos em que Natal esteve na mira das grandes potências bélicas. É a antiga casa onde se decidia o futuro político do estado, talvez tão importante em sua época quanto as câmaras e assembléias e palácios do governo.

Antes da eclosão da Segunda Guerra Mundial, o bairro comercial mais importante de Natal era a Ribeira. Era nessa região que se concentravam os principais órgãos de governo, onde estavam as estações ferroviárias e o porto. As avenidas Duque de Caxias, Tavares de Lyra, largas e arborizadas, e as praças José da Penha e Augusto Severo compunham o quadro. Os primeiros norte-americanos que chegaram a cidade foram os técnicos da ADP, com a função especifica de trabalhar no desenvolvimento do aeródromo de Parnamirim Field e foi para o Grande Hotel que eles se dirigiram em busca de algum conforto. Logo o inglês, depois do português, passou a ser o idioma mais falado nos bares, restaurantes, boates e no comércio local.

Engenheiros e militares americanos no hotel.
Seguramente este hotel é, juntamente com a Base Aérea de Natal, a Rampa e a Base Naval de Natal, uma das maiores referências relativas a história da Segunda Guerra Mundial em terras potiguares.Se a vinda dos militares norte-americanos trouxe benefícios a membros da elite social natalenses, seguramente um destes foi Theodorico Bezerra, arrendatário do Grande Hotel, o principal da cidade naquela época, pois este hospedava os oficiais americanos, recebendo o pagamento em dólares.

No final da década de 1930 a capital potiguar contava com cinco hotéis de pequeno porte, que naquela época eram de propriedade de Theodorico Bezerra. Todos ficavam na Ribeira e entre estes podemos listar os Hotéis Internacional, Avenida, Palace e o Hotel dos Leões.

Quando a aviação começou a destacar a cidade em todo mundo, algumas empresas aéreas começaram a utilizar Natal como escala em viagens entre a Europa e a América do Sul, sendo constantes os pousos de hidroaviões vindos de diversos pontos do mundo junto ao estuário do Rio Potengi. Natal precisava de um hotel moderno, amplo, para um momento de intensas transformações sociais, econômicas e políticas no Rio Grande do Norte. A partir de 1935 o arquiteto francês Georges Henry Mournier realizou os estudos e o projeto do Grande Hotel de Natal. Mournier chegou ao Brasil no dia 26 de outubro de 1927 e marcou sua carreira com inúmeras obras pelo Nordeste.

Na Rampa: os passageiros do hidroavião Boeing 314 Clipper,
da Pan American Airways que pernoitavam em Natal se hospedavam
 no Grande Hotel, ou em seus anexos.
O empreendimento foi arrendado a Theodorico Bezerra em maio de 1939, pois, enfim, era o único em Natal que entendia de hotelaria. Mas o empreendimento só começou efetivamente a funcionar em setembro daquele ano. Theodorico continuou como arrendatário por 48 anos, até 1987. Ele ganhou muito dinheiro com o hotel, comprando muitas terras, e quando finalmente devolveu o hotel ao estado foi cuidar de suas fazendas. Chegou a ser deputado estadual, demonstrando considerável perspicácia política para obter uma licença que permitisse o funcionamento de um cassino no hotel.

Hóspedes do hotel na época.
Além dos estrangeiros, grandes figuras de projeção nacional e da máquina governamental do presidente Getúlio Vargas se hospedavam no Grande Hotel, inclusive altas autoridades militares como Gaspar Dutra, Cordeiro de Farias e Mascarenhas de Morais. Havia muito movimento no hotel na época. Do seu mezanino, que se abria sobre o restaurante, uma pequena orquestra tocava valsinhas na hora das refeições. O Almirante Ary Parreiras, construtor da Base Naval de Natal, só se hospedava com a família e o General Gustavo Cordeiro de Farias ficava sempre no quarto 216. Artistas americanos também se hospedavam no hotel, principalmente atores de cinema da época, que vinham animar os militares com suas apresentações.

O Grande Hotel, que, vítima dos movimentos políticos e econômicos, e sem dúvida da decadência do bairro da Ribeira, passou de cartão postal da cidade a nota de rodapé da história. Um patrimônio histórico estadual – ao menos no papel – que no entanto vem sofrendo sucessivas reformas ao longo dos anos. Até recentemente o prédio do Grande Hotel foi utilizado pelo Juizado Especial Central da Comarca de Natal, antes conhecido como Juizado de Pequenas Causas. Atualmente está sem utilização aparente. Pesquisa: Fonte 1/ Fonte 2. Fotos dos sites pesquisados.


Este é mais um post histórico sobre minha cidade e estado. Faz parte de uma iniciativa própria para conhecer a história de onde nasci e moro. Até o próximo post!

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terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Fotos e resumo.🌺


"Que do meu caos nasçam flores."

Um resumo rápido de janeiro:

1. O calor continua, mas começou a chover. E o tempo continua meio nublado até hoje.
2. Voltei ao trampo depois do recesso; não está tão calmo como deveria. Janeiro é um mês que costumava ser calmo. Pelo jeito isso mudou. Houve erro no sistema de bater ponto e até um plantão inesperado no dia 25, com duas folgas nos dias 26 e 27.
3. O mês das contas extras, impostos das prefeituras e anuidade do conselho de classe pagos com sucesso, mas com choradeira.
4. Primeira compra com problema na Shopee, solicitei reembolso de itens faltando. E já recebi.


Encontrei estas gérberas no setor de plantas do supermercado. Que lindeza!


É uma orquídea branca mas as folhas não são dela, é que a flor virou de lado.


Sim, são plantas carnívoras! 😮
Eu nunca tinha visto estas plantas pessoalmente, então tive que clicar!


Agradecendo a Janice, do blog "A Casa Madeira", que me mandou estas mudas de suculentas, chamadas Haworthias, acompanhadas de mais mimos como o marcador de página. Na foto, eu tinha acabado de plantar as mudas, que são bem pequenas. Elas resistiram à viagem do Rio Grande do Sul ao Rio Grande do Norte dentro de uma caixinha, e os Correios ainda atrasaram a entrega! Foram 18 dias para finalmente chegarem. Como são resistentes, né? Valeu, Janice! Paz e bem!


Sinhá, a gata, fazendo pose no tapete preferido. 
E eu me despeço por enquanto! Até o próximo post!
Beijos nas bochechas! 

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Alimentação Saudável: batata-doce


A batata-doce (Ipomoea batatas), também chamada batata-da-terra, batata-da-ilha, jatica e jetica, é originária dos Andes e se espalhou pelos trópicos e subtrópicos de todo o mundo. "Jetica" e "jatica" são oriundos do termo tupi para a planta. A domesticação da batata-doce foi feita no norte da América do Sul e da América Central pelos povos originários da região , tendo sua origem no atual Equador. Historicamente, sua globalização é explicada por ser levada à Europa por Cristóvão Colombo aproximadamente no fim do século XV e universalizada para o continente asiático e africano. 

A batata-doce é um tubérculo, ou raiz, que oferece diversos benefícios à saúde. O tubérculo tem boas quantidades de carboidratos, fibras, vitamina A, vitamina C, potássio, magnésio e antioxidantes, como betacaroteno e antocianinas. É a quarta hortaliça mais cultivada no Brasil, tendo grande relevância econômica e social, principalmente pela rusticidade, grande adaptação climática e rápida produção. As folhas e brotos da batata-doce são comestíveis após breve cozimento, sendo saborosos, nutritivos e de produção fácil e abundante. A raiz tem importante valor nutricional pelo seu alto nível energético, sendo assim uma opção extremamente viável para tentar combater a insegurança alimentar, sendo alimento básico em diversas culturas.


"Batata-doce" é uma referência ao seu gosto doce. Possui diversas variedades cultiváveis, divididas em de mesa (ou de mercado) e forrageiras, ambas podendo ser encontradas nas cores externas amarela, branca e roxa. As cores diferentes levam à variação do sabor e do teor de antioxidantes. No entanto, a quantidade de variedades não se restringe a essas características — elas podem ser classificadas de acordo com o formato, tamanho, cor interna, doçura, precocidade, cor das folhas e até pela coloração das flores, entre outras. A batata-doce tem sido utilizada também como planta ornamental em jardineiras de apartamentos, em vasos suspensos e em cestas. Existem variedades de folhas variegadas, especialmente ornamentais, e outra de folhas púrpuras.

 Este tipo de batata pode ser consumida cozida, grelhada ou assada, com ou sem casca. Pode ser usada no preparo de mousses, bôlos, chips ou ainda como farinha para pães e biscoitos. Pode ser incluída no café da manhã e nos lanches substituindo o pão e nas refeições principais, acompanhada por vegetais frescos e alimentos fontes de proteínas, como frango, peru, ovo ou peixe. A recomendação do consumo da batata-doce geralmente é de 1 a 2 xícaras de batatas cortadas em cubos por dia. No entanto, essa quantidade varia conforme as necessidades nutricionais de cada pessoa.

Batata assada no fôrno.

Alguns benefícios:

1. Previne o envelhecimento precoce
A batata-doce, principalmente a de cor alaranjada, tem ótimas quantidades de betacarotenos, que são convertidos no organismo em vitamina A. Além disso, por ser um vegetal rico em vitamina C, um potente antioxidante que protege as células do corpo contra inflamações e radicais livres, a batata-doce promove uma pele mais firme e sem rugas.

2. Equilibra a saúde do intestino
Por conter fibras solúveis e insolúveis, especialmente quando consumida na forma cozida e com a casca, a batata-doce ajuda a formar o bolo fecal e estimular os movimentos do intestino, combatendo a prisão de ventre. Além disso, a batata-doce funciona como um prebiótico natural, pois é fonte de alimento para as bactérias benéficas do intestino, ajudando a equilibrar a flora intestinal, tratando e prevenindo a prisão de ventre.
 
3. Evita a diabetes
Apesar de ter boas quantidades de carboidratos, a batata-doce também possui fibras, que ajudam a diminuir a velocidade de absorção do açúcar após as refeições, evitando os picos de glicose no sangue.
Esta propriedade da batata-doce é fundamental para ajudar a evitar a diabetes. No entanto, para evitar a diabetes é fundamental também manter uma alimentação saudável e praticar exercícios físicos regularmente.

Outra maneira de assar batata-doce no fôrno.

4. Promove o ganho de massa muscular
A batata-doce é uma ótima fonte de energia e por isso é muito consumida por quem pratica atividades físicas, ajudando no ganho de massa muscular.  Devido a isso, se tornou uma queridinha dos frequentadores de academia. Por ter boas quantidades de fibras, o carboidrato da batata-doce é liberado gradativamente, sendo uma ótima opção para quem precisa ter energia para longos períodos de treino.

5. Previne doenças do coração
A batata-doce, especialmente a roxa, é rica em antocianinas, um tipo de antioxidante que melhora as funções das veias e diminui a formação de placas de gordura nas artérias, prevenindo doenças como derrame, infarto e aterosclerose. Além disso, por conter potássio, a batata-doce ainda ajuda a eliminar, pela urina, o excesso de sódio do organismo, evitando a pressão alta.

6. Diminui o risco de câncer
 A batata-doce contém antioxidantes como vitamina C, betacaroteno e antocianinas, que protegem as células contra os radicais livres, ajudando a diminuir o risco de câncer. (Fonte: Wikipédia e site tua saúde)

As folhas da batata-doce usadas como planta ornamental.

Oi, gente! Gosto muito de batata-doce e consumo esta raiz desde criança.
 E vocês, gostam e consomem também? 

Beijos nas bochechas!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Ilustrações que adoro- Mônica Carretero

Pequenas coisas que nos fazem sentir muito bem: começar o dia com um sorriso.

Oi, gente!
Voltando hoje com mais uma ilustradora maravilhosa que valeu uma pasta para guardar suas ilustrações lá no meu Pinterest. Estou falando de Mônica Carretero, que nasceu em Madrid, mas agora vive feliz em Segóvia (Espanha). Autodidata, antes de se dedicar profissionalmente ao desenho e à escrita, trabalhou como designer de interiores, designer gráfico e confeiteira na casa de chá que teve durante três anos. Sua cabeça é como a cabine dos Irmãos Marx, repleta de personagens que anseiam por contar suas histórias.

Pequenas coisas que nos fazem sentir muito bem: uma parada.

Ela se diverte muito desenhando e garante que essa profissão lhe dá vida. Uma grande paixão que, sem dúvida, se reflete em suas ilustrações, repletas de cor e que transmitem alegria, vitalidade e prazer... Uma paixão bem representada em seus desenhos ensolarados e personagens originais e alegres.

Pequenas coisas que nos fazem sentir muito bem: o ar fresco, o cheiro do mar.

Ela ilustrou dezenas de livros, jogos e pôsteres para vários países: Espanha, Inglaterra, França, Coreia, Austrália e Estados Unidos. Desde 2011, seu trabalho tem sido reconhecido em diversas ocasiões, sendo premiado na Feira do Livro de Londres, no Latin Book Awards nos Estados Unidos e também na BookExpo America em Nova York. Ela também colabora com diversas revistas espanholas e americanas.

Adoro os livros que me deixam a cabeça cheia de pássaros.

O que acharam? Me digam nos comentários.
Beijos nas bochechas!

OBS: Pesquisa e tradução do Google.

sábado, 24 de janeiro de 2026

Um pouco de tudo que eu gosto.

" Se você se perder, se procure nas coisas que ama."

Oi, gente! Choveu por aqui e os dias andam menos quentes. Felicidade também é o som de chuva lá fora quando você está aconchegada em casa. Mas o título do post já disse tudo: hoje o assunto é variado. As fotos abaixo são do ano passado, momentos do cotidiano que valeram um clique. Vou ficar devendo fotos deste ano.


Ando apaixonada por panos de prato tipo toalhinha, como estes acima. Eles não têm ilustrações de cozinha, mas isso não tem tanta importância, tenho outros que têm. Estou renovando meus panos de prato.💯


Verde, plantinhas, canteiros bem cuidados. Cliquei!🍀


Minha piscina de mar salgado! 😍


Esta planta é conhecida  aqui pelo Nordeste como cabaça, coité ou cuia (cientificamente Crescentia cujete). É uma espécie arbórea notável por produzir frutos de casca dura e lenhosa, amplamente utilizados na confecção de utensílios artesanais, recipientes e instrumentos musicais como o berimbau. Diferente da trepadeira Lagenaria siceraria (abóbora-d'água), a Crescentia cujete é uma árvore que pode atingir até 5 metros de altura.

Características da Planta (Cabaça/Coité):
Nome Técnico: Crescentia cujete.
Porte: Árvore de pequeno porte, com galhos longos e baixos.
Frutos: Verdes, esféricos ou alongados, com 15 a 30 cm de diâmetro, que se tornam amarelados e rígidos ao secar.
Flores: Verde-claras com estrias roxas geralmente nascem diretamente no caule (caulifloria).

Já tinham ouvido falar desta planta e das cabaças?
Até o próximo post!

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Retrô/Vintage - Chaves Antigas.


Hoje em dia, já temos chaves em forma de cartão e/ou tag, biometria, senhas e até aplicativos para abrir portas. Mas este post é sobre chaves antigas, aquelas de metal com desenhos cheios de detalhes bonitos. Na minha modesta opinião, estas chaves têm charme; elas cumpriram e ainda cumprem muito bem seu papel, que é dar segurança. Acho as coisas modernas um pouco sem graça e não estou falando só sobre chaves, mas também de decoração, arquitetura de casas e prédios, etc. Neste post só há imagens destas chaves antigas.


As chaves e as fechaduras são quase tão antigas quanto as habitações humanas e diversas narrativas mitológicas fazem alusão ao uso dessas ferramentas. Com o tempo, tornaram-se símbolo de proteção e riqueza. O livro de Jeremias, no Velho Testamento, relata que fechaduras foram instaladas nos portões da antiga Jerusalém em torno de 445 a.C.

A quem você deu a chave de seu coração?

Inspirado por uma fechadura desenvolvida por seu pai em 1848, o mecânico Linus Yale Jr. desenvolveu a fechadura moderna. O design original usava pinos de comprimento variado para prevenir que a fechadura fosse aberta sem a chave correta. Yale Jr. modificou o desenho da chave para ser menor e mais chata, com pontas serrilhadas, e tornou o mecanismo cilíndrico. O modelo, em uso até hoje, era um aperfeiçoamento das fechaduras romanas.

Cada chave mais bonita que a outra!
Você já ouviu falar em chave mestra e chave esqueleto? Sabe o que significam? A chave mestra é uma chave "universal" para um grupo de fechaduras no mundo físico, tipo chaves de um prédio, mas um item lendário e poderoso nos jogos, capaz de abrir qualquer coisa e conceder benefícios extras. Já uma chave de esqueleto (skeleton key) é uma chave mestra com a parte interna escavada, projetada para abrir vários tipos de fechaduras de um sistema específico, como as de móveis antigos (gavetas, armários) ou mesmo portas, reduzindo-se ao essencial de sua forma para se encaixar em diferentes mecanismos sem precisar de uma chave individual para cada uma.

As chaves já são lindas mas um artesanato requintado faz maravilhas!
A diferença é que chave esqueleto é o nome popular e antigo para uma chave simples, lixada até o essencial para abrir fechaduras antigas de palhetas (lever locks), enquanto chave mestra é um termo mais amplo, que pode ser uma chave esqueleto adaptada ou uma chave de sistema que abre um grupo específico de fechaduras (de um prédio, por exemplo), ou até uma chave universal em ficção. Basicamente, toda chave esqueleto é uma chave mestra (no sentido de abrir múltiplas fechaduras), mas nem toda chave mestra é uma chave esqueleto, pois sistemas modernos usam chaves mestras específicas. Fonte: Net e site "Aventuras na História."

Você tem algum segredo guardado a sete chaves? 

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