Eram seis homens do Hindustão inclinados para aprender muito, que foram ver o elefante, embora todos fossem cegos. Cada um por observação poderia satisfazer sua mente. O primeiro aproximou-se do elefante e aconteceu de chocar-se contra seu amplo e forte lado. Imediatamente começou a gritar: "Deus me abençoe, mas o elefante é semelhante a um muro."
O segundo, pegando na presa, gritou: "Oh! O que temos aqui? Tão redondo, liso e pontiagudo? Para mim isso é muito claro, esta maravilha de elefante é semelhante a uma lança!" O terceiro aproximou-se do animal e aconteceu de pegar a sinuosa tromba com as mãos. Assim falou em voz alta: "Vejo, o elefante é muito parecido com uma cobra."
O quarto esticou a mão, ansioso, e apalpou em torno do joelho: "Com o que este maravilhoso animal se parece é muito fácil, está bem claro que o elefante é semelhante a uma árvore." O quinto, por acaso, tocou a orelha e disse: "Até um cego pode dizer com que ele se parece, negue quem puder! Esta maravilha de elefante se parece com um leque."
O sexto, mal havia começado a apalpar o animal, pegou na calda que balançava e veio a seu alcance. Disse ele: "Vejo, o elefante é muito parecido com uma corda." E assim, esses homens do Hindustão, discutiram por muito tempo, cada um com sua opinião excessivamente rígida e forte. Embora cada um estivesse em parte certo, todos estavam errados. (Por John Godfrey Saxe)
Acrescentando ao texto: Anaïs Nin dizia que não vemos as coisas como são, vemos as coisas como somos, o que é absoluta verdade. Não somos o que os outros pensam que somos, mas o que uma pessoa pensa de você, na verdade revela o que ela é. Compreender isso é entender a dinâmica da energia que circula entre todos nós. E lembrando também da expressão: "As aparências enganam." E como enganam!
O que vocês pensam sobre isso?
Boa semana e beijos nas bochechas!