segunda-feira, 31 de março de 2025

Os cegos e o elefante. (para pensar)


Eram seis homens do Hindustão inclinados para aprender muito, que foram ver o elefante, embora todos fossem cegos. Cada um por observação poderia satisfazer sua mente. O primeiro aproximou-se  do elefante e aconteceu de chocar-se contra seu amplo e forte lado. Imediatamente começou a gritar: "Deus me abençoe, mas o elefante é semelhante a um muro."

O segundo, pegando na presa, gritou: "Oh! O que temos aqui? Tão redondo, liso e pontiagudo? Para mim isso é muito claro, esta maravilha de elefante é semelhante a uma lança!" O terceiro aproximou-se do animal e aconteceu de pegar a sinuosa tromba com as mãos. Assim falou em voz alta: "Vejo, o elefante é muito parecido com uma cobra."

O quarto esticou a mão, ansioso, e apalpou em torno do joelho: "Com o que este maravilhoso animal se parece é muito fácil, está bem claro que o elefante é semelhante a uma árvore." O quinto, por acaso, tocou a orelha e disse: "Até um cego pode dizer com que ele se parece, negue quem puder! Esta maravilha de elefante se parece com um leque."

O sexto, mal havia começado a apalpar o animal, pegou na calda que balançava e veio a seu alcance. Disse ele: "Vejo, o elefante é muito parecido com uma corda." E assim, esses homens do Hindustão, discutiram por muito tempo, cada um com sua opinião excessivamente rígida e forte. Embora cada um estivesse em parte certo, todos estavam errados. (Por John Godfrey Saxe)


Acrescentando ao texto: Anaïs Nin dizia que não vemos as coisas como são, vemos as coisas como somos, o que é absoluta verdade. Não somos o que os outros pensam que somos, mas o que uma pessoa pensa de você, na verdade revela o que ela é. Compreender isso é entender a dinâmica da energia que circula entre todos nós. E lembrando também da expressão: "As aparências enganam." E como enganam! 

O que vocês pensam sobre isso?
Boa semana e beijos nas bochechas!

sexta-feira, 21 de março de 2025

Fotos do fundo do baú - 2


Oi gente! Cá estou eu de novo!
 Remexendo outra vez no fundo do baú das viagens, achei mais algumas fotos. 
Foi como viajar no tempo, relembrei o momento eternizado quando cliquei esta arquitetura maravilhosa!


Ópera de Dresden- Alemanha.

Dresden, capital do estado da Saxônia, no leste da Alemanha, distingue-se pelos museus de arte célebres e pela arquitetura clássica da cidade velha reconstruída. A cidade foi alvo de um controverso bombardeio durante a segunda guerra mundial em 1945, onde cerca de 25 000 pessoas morreram. Desde a reunificação alemã, Dresden tem sido um importante centro cultural político e económico na parte Leste da República Federal Alemã. A cidade fazia parte da Alemanha oriental.


Fachadas.


Dresden localiza-se nas margens do rio Elba, é uma cidade independente (kreisfreie Stadt)
 ou distrito urbano (Stadtkreis), ou seja, possui estatuto de distrito (Kreis).


Tem origem num povoado eslavo de nome Drezdane, que começou a ser germanizado no século XIII. Tem uma longa história como capital e residência real dos reis da Saxônia e é possuidora de séculos de extraordinária cultura e esplendor artístico. De 1697 a 1763, Dresden foi a cidade residencial dos reis da Polônia.


Voltando para cá no Brasil, esta foto foi tirada quando eu visitei algumas cidades 
do interior do estado de Santa Catarina.


Este prédio, muito bem preservado é a sede da OAB aqui de Natal-RN. 
O objetivo da foto era ver os detalhes da fachada.


Quando eu vi uvas no pé pela primeira vez. Não achei a foto da pereira... 

Minhas férias estão quase chegando, falta pouco para abril! E esta semana foi puxada! O que acharam destas fotos?

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